Conheça o Festival

1983 – Acabamos de sair de um longo período de ditadura militar, o movimento punk estava efervescendo no Brasil, percebemos o aparecimento de novas estruturas sociais e a construção de novos cenários culturais. Em Juiz de Fora acontece o 1º “Rock Juiz de Fora”, com grandes nomes do cenário nacional e bandas independentes como, Raul Seixas, Erasmo Carlos, Sangue da Cidade, Rogério SkyLab , Legião Urbana – as bandas punks que fizeram um espetáculo a parte – Coquetel Molotov, Olho Seco, Cólera e a banda local “Força Desarmada”. Ainda neste ano nasce o projeto Patrulha66. Depois do lançamento do LP “O início do fim do mundo” (coletânea de bandas punks paulistas) em 81 e o LP “SUB” (cinco bandas também de São Paulo) em 82, o movimento punk brasileiro se consolidava no eixo Rio - São Paulo e em Juiz de Fora não poderia ser diferente. Silvio Essinger, em seu livro “Punk: Anarquia Planetária e a Cena Brasileira” (1999), comenta que Juiz de Fora possuía um dos movimentos mais ativos e organizados, com duas bandas operantes “Patrulha66 e Força Desarmada”, e o fanzine “Aos Berros”. Com a intenção de representar o movimento alternativo e sua ideologia, abrir espaços, rompendo com as barreiras impostas pelo sistema e mostrar sua arte através da música, a Patrulha66 começa desde o seu surgimento a desenvolver ações que envolvem outros grupos, visam parcerias, e criam oportunidades de divulgação. Afinal, como bem dito pela sabedoria popular, “uma andorinha sozinha não faz verão” e o que precisávamos realmente é o que nos falta até hoje: espaço para apresentações.
Logo percebemos que se não criássemos oportunidades, nós não tocaríamos, e a música, nossa grande paixão, seria suprimida. Unida à 1ª banda punk juizforana, a Força Desarmada (da qual Adriano66 foi o 1º vocalista), a Patrulha66, literalmente meteu o pé na porta e nos dois anos seguintes, passou a trilhar uma árdua estrada para divulgação de seu estilo e sua ideologia, em shows, festas e festivais. Não só na cidade, como no eixo Rio - São Paulo, interior de Minas e Rio e Espírito Santo. Vale lembrar que infelizmente durante esta jornada a banda “Força Desarmada” se desfez.
As batalhas para a divulgação iam sendo vencidas, uma a uma, com muita luta. Mas isto não era suficiente para conseguir o respeito e o espaço pretendidos, o cenário local contava com poucos grupos ativos e pouquíssimas oportunidades de apresentação. Bandas, como Apocalipse, Mercúrio Cromo, Beatles Forever, Hudson e Contrabanda, dividiam a cena mantendo as influências setentistas, covers, e ainda não tinham muita preocupação com a parte autoral, e foi então que a banda Patrulha66 resolveu invadir o DCE, bem no centro da cidade e lá muita coisa aconteceu...
Por muitos anos, desenvolvemos projetos no local, ensaios, festas, shows, o espaço estava aberto a quem quisesse “fazer um som” e se enturmar. Junto com a galera do Bar do Chico Amieiro, e mais tarde com o Helder (NAC), que funcionavam no DCE, o movimento Rock teve uma das épocas mais brilhantes de nossa história, lá muitas bandas surgiram, algumas no cenário até hoje como Tuka’s Band, Black Widow, Ossiação, “Toninho Buda e Raul Queixas e Mágoas”. Outras saudosas, infelizmente extintas, como “2 Cruzeiros de Bala”, A Kura, Fruturo Sim, Eros e Efeito Borraxa. Mas o certo, é que muitas correntes musicais do rock foram revitalizadas, desenvolvidas, e a semente do novo rock juizforano neste período estava sendo cultivada.

1986/ 1987 – o Rock nacional esta fervendo, mas Juiz de Fora não tinha espaço no cenário nacional. Mesmo sem estrutura artística profissional, a Patrulha66 consegue gravar a 1ª demo em estúdio profissional, (o “Havaí” no Rio de Janeiro) e lança em fita cassete o 1º trabalho gravado de uma banda juizforana, intitulado “Chega de Armas”, junto com um fanzine homônimo, no Teatro Pró Música.
O teatro estava lotado e dava início a uma nova fase, onde os grupos embarcaram na “onda autoral” e começaram a se importar em gravar e registrar seu trabalho, a formar público para shows, cobrar das rádios que sua música fosse tocada e o projeto Terça Musicais do Pró Música foi invadido pelo rock and roll. As festas até então gratuitas, mudaram e passamos a recolher doações que foram repassadas a carentes. Acontece também o saudoso “Rock Academia” revivendo antigas bandas com novos nomes e novas formações, e pra fechar com chave de ouro, o processo levou à um aniversário “de gala” de 3 anos, da banda Patrulha66, na Praça Jarbas de Lery, com cerca de 10.000 pessoas e vários grupos convidados. Toda a arrecadação com alimentos e outras doações foi destinada a Associação dos Cegos.
Este evento marcou a entrada da Patrulha66 e das bandas convidadas, em excelentes matérias jornalísticas e programas de radio AM e FM da cidade, com entrevistas inéditas onde divulgavam as atividades independentes e suas músicas. O sucesso foi tanto na época, que a festa de Aniversário não só continuou se repetindo até 1991, como originou em parceria com a Funalfa, o “Rock de Natal”, e no ano seguinte, o “Rock na Praça”.
A essa altura o DCE já não comportava a quantidade de pessoas e o volume de nossas atividades, e depois deste interessante acordo com o poder público, passávamos a contar, “graças a Deus!” com mais um espaço.

1989 – A Patrulha66 lança o 1º LP de rock de Juiz de Fora, começa a ter suas músicas executadas não só nas FM locais, mas em rádios cariocas como a Fluminense e rádios paulistas como a “97 Rock” e a “89 FM”. Com este salto o cenário local esquenta e a necessidade de novos espaços para a divulgação se torna crítica.
Abrimos mais um espaço: o “Rock de Inverno” (1989 a 1996) em Matias Barbosa, cidade próxima que recebe a galera rock and roll de Juiz de Fora e Três Rios de braços abertos. Bandas como Efeito Borraxa, Tuka’s Band, Xad Caramelo, Raul Queixas e Mágoas (agora com Américo), Patrulha66, Os Mesmos de Sempre, Lambari deitou na ponte não deixou ninguém passar, Ícarus e Black Widow estiveram por lá e com certeza deixaram sua marca.
Outro projeto bacana que visava ampliar os espaços para as apresentações musicais alternativas, foi a temporada no “650 Bar”, na rua Santo Antônio, onde o movimento de pessoas na época era intenso. Com o aval da galera do bar, Américo e Roberto, durante quase 1 ano de “segunda a segunda” tocávamos rock and roll no projeto “Hora Extra”. No meio da festa sempre vinham convidados pra tocar com a gente, como: Vinição (Dissidentes), Henrique (Ossiação), Marquinho (Batom De Miss), Eduardo (Força Desarmada), Rato (Inimigos do Ritmo), Juninho (A Kura) entre muitos outros, fortalecendo a cena e divulgando nossa opção cultural.

1990 – A Patrulha66 cria a “Domingueira Rock and Roll” no Telonnius Bar, em São Pedro, com apoio da Rádio Cidade e TV Tiradentes. Na “domingueira” eram convidados grupos que estavam começando ou tinham pouco tempo de formação e não tinham onde tocar como: Nomades, Xad Caramelo, A Kura, Eminência Parda, Ossiação, entre outros. Após o encerramento do projeto que durou 16 finais de semana (4 meses), surge através de simpatizantes do movimento rock, (Junior e Marcelo donos do bar Akauã), um espaço fundamental a cena local. A “Domingueira do Akauã” era um grande espaço que durou até 1992 e permitiu a manutenção de muitos grupos ativos e o surgimento de uma nova safra de bandas e trupes.

1991 – A Patrulha66 decola nacionalmente com a versão rock da sertaneja “Pense em mim”, de Leandro e Leonardo. A versão punk ficou entre as músicas mais executadas em todo o país e levava consigo o nome da cidade de Juiz de Fora, através de rádios e TVs e colabora para provocar mais uma vez a cena local. Neste ano, no aniversário da Patrulha66, foram quase 20.000 pessoas na região da Praça Jarbas de Lery, em São Mateus que compareceram para curtir o rock and roll com muitos convidados.
A arrecadação do evento foi revertida aos grupos de amparo à enfermos carentes e a Funalfa oferece o Parque da Lajinha para a realização dos nossos festivais. A partir daí, de 2 a 3 vezes por ano a Patrulha66 se reunia com mais 10 bandas, onde os encontros eram marcados por campanhas educativas na área de saúde e cidadania e muita música no parque. Toda arrecadação foi revertida às Associações como Gedae e Grupo Casa entre outros.
Este projeto, o “Rock na Lajinha”, teve seu auge em 1997 quando, com apoio da Lei Murilo Mendes de Incentivo à Cultura, através do selo fonográfico independente “Patrulha Records”, lança a 1ª coletânea de bandas de Juiz de Fora. O CD “Cidade Alternativa” trazia 11 grupos de diferentes estilos do cenário alternativo local.
O curioso é que mesmo a população que não era o público do rock, valorizava a nossa iniciativa e nestes eventos reuníamos sempre cerca de 10.000 pessoas que se divertiam e confraternizavam através da música. Este processo se somou a eventos grandiosos de outros produtores alternativos, que também abriram espaços preciosos para a música local como o “Rock nas Alturas” e o “Ibitipoca Off Rock”. O Rock na Lajinha aconteceu até 1998. No ano seguinte, passou a integrar o “Festival de Bandas Novas”.

1994/1996 – Mesmo morando no Rio de Janeiro desde 91, devido a sua complicada agenda de shows, a Patrulha66 cria um programa na rádio Cidade aos domingos com o nome de “Cidade Alternativa”. No programa era divulgado o movimento rock e transmitidas músicas e entrevistas de bandas locais. Manteve-se no ar até 1997, quando Adriano66 se juntou ao Dudu Frezzer, Jadir, Lip The Kid, Marcelo Café, Litle Liw, Gato Doido e Braulinho e abriu a Lendária “Radio Roqui”. Uma emissora experimental com o objetivo de divulgar 24 horas a arte do rock and roll e as bandas locais, associadas a campanhas educativas na área de assistência social e luta por liberdade de expressão.
O projeto Radio Roqui, foi recebido com êxito pela população, mas infelizmente só ficou no ar até 2009, porém cumpriu fielmente sua meta de divulgação da cultura rock de JF. Apesar de fechada pela ANATEL, a Rádio Roqui foi uma ferramenta importantíssima na divulgação das bandas, na consolidação do cenário alternativo e do Festival de Bandas Novas.

1997 - O número de bandas crescia muito. Além do lançamento do CD “Cidade Alternativa”, com 11 bandas e o fanzine homônimo, surge a “Lona Cultural”, onde com o convite de Anderson Herédia, a Patrulha66 pilotava a “Domingueira rock and roll” com dezenas de grupos. Antes do encerramento do projeto que durou aproximadamente 8 meses, a Patrulha66 lança com objetivo de ampliar a divulgação da cena musical, o zine “JF Alternativa”, com 5.000 exemplares e distribuição gratuita, contendo bandas e grupos de todas as vertentes da música local, sem distinção de estilo.
Ainda este ano, a “Domingueira Rock and roll” é recriada, só que agora, em nosso estúdio “Lugar de Ensaio”, mantido para ensaio de bandas a preços populares, que oferecia um pátio no shopping Bom Clima, próximo ao bairro Bandeirantes. Festas populares, com excelentes bandas, público comparecendo em peso e espaço independente, que foi muito bem utilizado até 1999.

1998 – A esta altura o Patrulha66 já é muito mais que uma simples banda independente que produzia eventos pra fazer seus shows, é um a representação cultural legítima de nossa cidade. Enquanto Adriano66 cuidava da Domingueira do Estúdio, do Rock no Parque da Lajinha e da divulgação do movimento alternativo na “Radio Roqui”, Marquinho66 (guitarrista da Patrulha66) transformava a audição fechada de seus alunos no Pró Música em um pequeno festival interno, com 13 bandas, mas bastante interessante.
No ano seguinte, o Festival do Parque da Lajinha, a Radio Roqui FM e a Domingueira Rock and Roll de Adriano66, se unem ao festival da Pró Música de Marquinho66 e, com apoio da Funalfa, conseguem dar “origem oficial” ao Festival de Bandas Novas, com um número maior de apresentações, mais espaço e maior divulgação para as bandas.

1999 - Em nosso 1º ano de Bandas Novas, foram realizadas 05 eliminatórias e 01 final, onde 42 bandas disputavam o prêmio de 02 músicas gravadas no Estúdio Caraíva Music e um “Book fotográfico” por Fernando Barbosa. O vencedor desta edição foi o grupo de “Doom Gótico” Autumn Flowers. Os shows aconteceram no pátio da Escola Normal, no colégio Academia, na quadra da Escola de Samba Turunas do Riachuelo e a grande final aconteceu no Parque da Lajinha com 17 bandas. Também aconteceu o lançamento do novo CD da Patrulha66 “Não dê Mole” e o público estimado pela Policia Militar era de 10.000 pessoas.
Na primeira edição foram recolhidas 06 toneladas de alimentos e a final foi registrada em um CD DEMO, gravado ao vivo, direto da mesa para um MD. Capa do CD e design gráfico do festival neste ano ficaram por conta de Bruno (Gugla).

2000 - O festival reuniu 86 bandas de Juiz de Fora e região, onde foram realizadas 05 eliminatórias, 02 semifinais e uma final no Clube Tupi. Foram recolhidas 07 toneladas de alimentos e doados a entidades assistenciais. Entre as 4 premiadas, (com 01 música cada), gravadas no Estúdio Caraíva Music, estão: Freefall, No Way, Dr. Froyd e Innerself. O lançamento do Festival de Bandas Novas 2000 aconteceu no Parque da Lajinha. Na ocasião foram recolhidas mais 05 toneladas de alimentos. A final no Clube Tupi foi registrada novamente em CD DEMO, gravado em condições dramáticas, numa mesa Tascan cassete de 04 canais. Capa do CD e design gráfico do festival neste ano ficaram por conta de Bruno (Gugla).

2001 - Com apoio da Lei Murilo Mendes de Incentivo à Cultura e patrocinadores locais, o festival reuniu 52 bandas no Clube Tupi. Entre elas, 40 bandas de JF e 12 da região. O vencedor foi o grupo de heavy melódico The Plague. Na verdade, a banda The Plague foi a segunda colocada, quem venceu na contagem dos votos foi a banda Spit, porém, a banda extrapolou seu tempo de apresentação e foi desclassificada.
As músicas dos 10 finalistas do festival foram gravadas no Estúdio Caraíva, que junto com Patrulha 66 e mais 07 bandas convidadas, formaram o CD oficial: Bandas Novas 3 (2001), que foi lançado na abertura do festival 2002, no Parque da Lajinha. Nesta ocasião foram recolhidas 05 toneladas de alimentos e distribuídos para grupos de apoio aos portadores do vírus HIV. Junto com o CD Oficial foi relançado o zine “JF Alternativa”, com 5.000 exemplares gratuitos para divulgação dos grupos envolvidos. As finalistas de 2001, que foram gravadas em CD: Montana (Ubá), Field, Skin Mask, Metal War, Snake Scores at the first place Knockout!, Bewitch Moon, Genocide, WC, Spit, The Plague. As convidadas pela Patrulha66: Baalbeck, Apshait (Barbacena), 1,99, Rampage, Ossiação, Miguelitos e Os Phorras.
Capa do CD por Arnaud e design gráfico do festival por Bruno (Gugla).
Este ano a Patrulha66 e Os Phorras se juntam e criam a 1ª cooperativa de bandas e lançam o CD “Invasão”, com 15 grupos da nova safra de músicos que surgia com o Festival de Bandas Novas.

2002 - Foram reunidas 68 bandas independentes e a grande vencedora do festival foi a banda Field, que recebeu como prêmio R$ 1000,00 (mil reais) da Funalfa e conseguiu através de uma parceria do Festival de Bandas Novas, uma vaga para o Green Rock Festival, que rolou em Palma – MG, com 32 bandas nacionais. Os 10 finalistas foram gravados no estúdio Caraíva Music e junto com a Patrulha 66 e mais 07 convidados, formaram o CD “Bandas Novas 4” (2002).
O CD teve tiragem de 1.000 exemplares, com distribuição gratuita e mais 5000 zines “JF Alternativa” foram disponibilizados para divulgação das bandas e do festival. Participaram do CD: Fast Food, Mahais, Field, Insanum, Rampage, Subsolo, Boycote, Atroz, Dead Skin, Headeche, Patrulha66, Poetas Mortos, Renegados, Loud Silence, Tráfico de Rock, Baalbeck e Os Phorras. Capa do CD e design gráfico do festival deste ano ficaram por conta de Paulo Chinese. Durante todo o Festival 2002, foram recolhidas mais de 07 toneladas de alimentos e distribuídas às famílias carentes e entidades assistenciais de JF.

2003 - Começamos a trabalhar com a internet e o amigo Paulo Chinese criou nossa primeira página na rede. Foram inscritas 96 bandas de Juiz de Fora e região, e se apresentaram 15 bandas veteranas convidadas, em 12 etapas no Clube Tupi.
Este ano contamos com apoio da TV Globo Local e tivemos uma ampla divulgação na região.
A campeã foi a banda Faceless e o prêmio de melhor guitarrista foi para Rafael Lamin, do grupo Thessera. Todos os 15 finalistas participaram do CD Bandas Novas 5 (2003), gravado no estúdio Caraíva Music. Novamente, foram produzidos 1.000 cópias para distribuição gratuita e mais 5000 zines “JF Alternativa” foram disponibilizados para divulgação das bandas e do festival.
Participaram do CD: Faceless, Insanum, Dream Land, Nom Plus Ultra (Ponte Nova), Thessera, Puke, CH4, Elevare, Dark Scream, Email Loco.Som, Krushies (Barbacena), Tiranus (Paraíba do Sul), Área 51 (Três Rios), Castaway e Eyes in Flames. Convidada pela banda Patrulha66, a banda Nação Ad Roc (Visconde do Rio Branco) se juntou às demais. O recolhimento de alimentos totalizou aproximadamente 06 toneladas, que foram distribuídas às famílias carentes. Capa do CD e design gráfico do festival neste ano ficaram por conta de Leo Almeida.

2004 - Com um novo web designer, Sidney Meneses (SID), o festival entrou definitivamente na era digital. Neste ano recebemos 76 bandas e 16 convidados em quatro meses de muito rock and roll de maio a agosto, mostramos todo o poder da cena da música alternativa na região.
Em 2004, os objetivos didáticos do festival foram ampliados. O número de apresentações das bandas aumentou e foi possível realizar a 1ª fase no Free Hits, simulando o ambiente das casas noturnas, espaço fechado, iluminação e telão.
A partir da 2ª fase, voltamos ao ar livre no Clube Tupi, espaço tradicional na história do Festival. Foram recolhidos alimentos não perecíveis nas inscrições e 20% das portarias arrecadadas foram convertidas em cestas básicas distribuídas a famílias carentes. O Festival organizou também a coleta de roupas que foram doadas a Fundação Joana de Angelis.
Foram premiadas 02 bandas: a 1ª colocada, Ex-Therior levou o prêmio de R$ 1.000,00 e 100 cópias de CD demo de sua música. A 2ª colocada, a banda Puke, levou uma guitarra da Slide Instrumentos. A 6ª edição do festival reuniu em CD Duplo, edição limitada (500) e distribuição gratuita, os 15 finalistas, mais a banda Patrulha66 e 07 convidados, totalizando 23 bandas. Foram elas: Ex-Therior, Bugs, CH4, Fireworks (Muriaé), Maya, Puke, Unload (Santos Dumont), Sinopse, Plisnou (São Paulo), Os Phorras, Ossiação, Patrulha 66, Astenia, Crazy Mary, Dynamo, Martyrium, Raptor (Leopoldina), Silence River Down (Rio Pomba), Up Stairs (Barroso), Malatesta (Barbacena), Arqueus, Cézio 137 (Três Rios) e Leo Schröder (trabalho solo).
Capa do CD e design gráfico do festival neste ano são de Leo Almeida e novamente foram disponibilizados para a divulgação, 5000 zines “JF Alternativa”.

2005 - Chega ao fim a parceria entre Adriano66 e Marquinho66 e desde então, William66 passa a colaborar com a produção do Festival. A 7ª edição recebeu 71 bandas de JF e região e 11 convidados em quatro meses.
A grande novidade deste ano foi sem dúvida a realização de todos os shows na Praça Antônio Carlos, no centro de JF. A proposta foi feita pela nova equipe de produção e aceita pela Prefeitura, popularizando o evento e enriquecendo ainda mais o ambiente cultural de nossa região e resgatando a história do Rock na Praça, de importância relevante na construção de nossa cultura local.
O público estimado na final foi de 5.000 pessoas. Embora a arrecadação de alimentos tenha sido fraca neste ano, pois em praça pública não existe a obrigatoriedade das doações, foi possível fazer algumas ações sociais junto à Fundação Joana de Angelis (que atende crianças carentes), à Sopa dos Pobres (que atende a população de rua) e ao grupo Casa Solidariedaids (que trabalha com portadores do vírus HIV).
O Festival de Bandas Novas 2005 tentou ampliar suas fronteiras e realizou 03 etapas eliminatórias em Juiz de Fora, e 01 etapa eliminatória em Três Rios – RJ, que apesar de bem sucedida não conseguiu se manter nos anos seguintes.
As semifinais aconteceram em clima de muita euforia e a final lotou a praça. O público pôde conferir as participações da Patrulha66 (em formação “power trio”), Primo Itt e a banda campeã de 2002, Field.
O grupo Stub (new metal) recebeu o título de campeão de 2005, o prêmio de R$ 2.000,00 da Funalfa e 100 cópias demo da Prensa CD´s. O prêmio de melhor guitarrista foi da banda Silence River Down (death metal), e os 18 finalistas gravaram no estúdio Caraíva Music junto com Patrulha66 e 06 convidados, que integravam o 7º CD novamente duplo e com distribuição gratuita. Capa do CD e design gráfico do festival neste ano são de Leo Almeida. Web design por Sidney Meneses.
As finalistas: Stub (Juiz de Fora), Regra Zero (Rio de Janeiro), Bugs (Juiz de Fora), Area 51 (Três Rios), Nihil (Conselheiro Lafaiete), Morphayne (Juiz de Fora), Freedom (Três Rios), Silence River Down (Rio Pomba), Kaktos Maior (Argirita), Mary Jane (Cataguases), Arise (Juiz de Fora), Subversion (Juiz de Fora), Subsolo (Barroso), Gotic Vision (Juiz de Fora), Véi Ranzinza (Barbacena), Up Stairs (Barroso), Astenia (Juiz de Fora) e Angel´s (Tocantins). Os convidados: Patrulha 66, A Corja, Martiataka, Rampage, Primo Itt, Field, Morlock, Cézio 137 e Criminal Roots.

2006 - O Festival de Bandas Novas recebeu 66 bandas inscritas, de 25 cidades e 3 estados (MG, RJ e SP e mais 16 convidados, em cinco meses. Continuamos apresentando o evento em praça pública (Praça Antônio Carlos, no centro de JF), oportunidade criada pela Prefeitura no ano anterior, garantindo a popularização do projeto e a melhor divulgação das bandas, com um público estimado em 3000 pessoas por show.
A arrecadação de alimentos este ano cresceu em relação a 2005 e conseguimos fazer algumas doações a entidades filantrópicas que atendem famílias carentes da cidade de Juiz de Fora.
O Festival de Bandas Novas 2006 realizou 04 etapas eliminatórias, 01 repescagem (criando oportunidade aos não classificados de tocar mais uma vez), 02 semifinais e 01 final. Também contou com uma grandiosa abertura com 10 bandas, no dia 27 de maio comemorando o aniversário de Juiz de Fora. Nesta data foi lançado o CD duplo Bandas Novas 7, com os finalistas do ano anterior e convidados da banda Patrulha66. Todas as etapas aconteceram em clima de muita euforia e a final lotou a praça mais uma vez, (segundo a Policia Militar participaram cerca de 5.000 pessoas) que puderam conferir as apresentações de Patrulha66 lançando o novo CD “Coleção Patrulha” e a “Comanche Rock Fúria” (SP).
O grupo Full Time (Rock alternativo) de Vassouras – RJ, recebeu o título de campeão 2006, R$ 2.000,00 da Funalfa e 100 cópias “CD demo” da Prensa CD´s. O melhor guitarrista da final foi Maurício “Frango”, da banda Glitter Magic (hard rock), premiado com uma guitarra da Slide Instrumentos. Os 18 finalistas gravaram no estúdio Caraíva Music, junto com Patrulha66 e 12 convidados integrando o 8º CD (duplo e distribuição gratuita) a ser lançado na abertura do Festival de Bandas Novas 2007. Capa do CD e desgin gráfico do festival por Leo Almeida e web design por Sidney
As bandas finalistas foram: Atlans (JF), Einstein (Santos Dumont), Bugs (JF), Left Behind (Dores do Campo), U.S.I.N.A (Rio de janeiro), Rezahh (JF), Elyon (Cataguases), The Fusers (JF), Autssai (Rio de janeiro), Morlock (JF), Sflexia (Conselheiro Lafaiete), Fluiu (Conselheiro Lafaiete), Superius (JF), Mary Ballofa (Barbacena), Full Time (Vassouras), Andromêda (JF), Astenia (JF),e Glitter Magic (JF). Convidados: Patrulha66 (JF), Owen (JF), Os Phorras (JF), Black Widow(JF), Comanche Rock Fúria (SP), Aerobus (RJ), Arquivo Z (JF), Arsênico 75 (RJ), Rota IN Certa (RJ), Fist in Nail (Viçosa), Mess Joker (SP), Fake (JF), e Fabrica Civil (SP).

2007 – Neste ano o festival obteve “recorde de inscrições”: reunimos 105 bandas, de 47 cidades de 04 estados (MG, RJ, ES e SP) e 11 convidados de JF.
25 inscrições de bandas de estados muito distantes não puderam ser aceitas. O festival aconteceu mais uma vez na Praça Antônio Carlos (para o terror da vizinhança que não simpatiza com o rock) reunindo por etapa, aproximadamente 3.000 pessoas. Foram realizadas 05 eliminatórias, 01 repescagem, 02 semifinais e 02 finais.
Uma fatalidade na 2ª semifinal nos forçou a realizar 02 etapas finais e o público pôde conferir as participações especiais de Patrulha66 (com nova formação), Os Phorras e Tuka’s Band.
A arrecadação de alimentos caiu muito em relação aos anos anteriores e devido às reclamações dos vizinhos da praça, resolvemos realizar algumas mudanças radicais em nosso projeto, para a comemoração dos 10 anos de Festival.
O grande vencedor foi o grupo de metal gótico melódico Left Behind (Dores do Campo), e o prêmio de melhor guitarrista foi para Fabrício da banda Elyon, de white metal (Cataguases). O CD duplo de edição limitada (500) e distribuição gratuita, foi gravado novamente no estúdio Caraíva Music e traz as bandas: Left Behind (Dores do Campo), Bm3 (Barra Mansa), Up Stairs (Barroso), The Fusers (JF), Ricto Máfia (Volta Redonda), Arquivo Z (JF), Cena 01 (Rio de Janeiro), Dr. Fake (Carandaí), Aknatha (JF), Desordem e Regresso (JF), Dr Maduga (Santa Luzia), Malek (JF), Subversion (JF), Owen (JF), Jones is Dead (Rio de Janeiro), Menino Prodígio (Rio de Janeiro), Famigerada Fama (Rio de Janeiro), Einstein (Santos Dumont), Crazy Clowns of Shakespeare (Campos dos Goytacases), Patrulha66 (JF), Eminência Parda (JF), Ossiação (JF), Sex Hair (JF), Cherry Pie (JF), Rezzah (JF), Necropsy (JF), A Firma (JF), Dárthica (JF) e Black Burn (JF).
Capa do CD e design gráfico do Festival por Leo Almeida e web design por Sidney Meneses.

2008 - A 10ª edição do Festival de Bandas Novas reuniu 115 bandas de 32 cidades e 04 estados.
Este ano excepcionalmente, tivemos a premiação por categoria, além da premiação principal. A banda Jones is Dead (hard rock) do Rio de Janeiro foi a grande campeã. As bandas: Nozes (punk rock, Juiz de Fora), Hard Desire (hard rock, Juiz de Fora), D’Hanks (pop rock,Volta Redonda) e Subsolo (metal, Barroso), foram premiadas em suas devidas categorias. O título de melhor guitarrista ficou com Caio da banda Darktica (metal, JF).
Além destas bandas, mais 11 grupos foram incluídos no CD Bandas Novas 10, gravado no estúdio Caraíva Music, lançado na abertura da edição 2009, são eles: Evening falls, Alternativa Ônix, Hetérnia, Mary Jesus, Arquivo Z, Plankie, Kabarett, Darktika, Black Burn, Black Butterfly e Avoid the Pain. Em 2008, o Festival aconteceu no Teatro do CCBM e foi registrado pela 1ª vez em vídeo. Pode ser visto em nossa página no Youtube ou no tópico VIDEOS de nossa página.
Capa do CD e design gráfico do Festival por Leo Almeida e web design por Sidney Meneses.

2009 - Na 11ª edição do Festival, retornamos à Praça Antônio Carlos e foram reunidas 80 bandas de 29 cidades, de 04 estados diferentes e mais 15 convidados. O Festival aconteceu de junho a setembro. Infelizmente neste ano, não foi possível a gravação em CD dos finalistas, e a experiência anterior com premiação por categoria, mesmo sendo bem interessante, também não foi mantida devido à verba reduzida. A premiação principal foi mantida.
Mas por outro lado, este ano foi produzido pelo programa TV Motoradio.com um documentário sobre os 10 anos do Festival.
Em 2009 as coisas se complicaram, além do fechamento da Radio Roqui (a maior divulgadora das bandas e do festival) pela Anatel, ficamos proibidos de realizar os shows na praça por 30 dias, por conta do surto de “gripe suína”. Quando retornamos com as apresentações, fizemos uma grande final na quadra coberta da Escola de Samba Real Grandeza (pois já era época das chuvas) com as bandas: Dracom, Duques, Usversus, Hard Desire, Celebration of Evil, Superius, Carcará Blues, Judgment, Pert Play, Famigerada Fama, Dirty Foxx, Amaranto, High Frequence Experience, Royal Hawk, Lumiére e SHura. A banda de Matias Barbosa (MG) – High Frequence Experience – foi a grande campeã com seu estilo progressivo.
O público estimado na final na Quadra da Real Grandeza foi de 3.000 pessoas. Design gráfico do Festival por Leo Almeida e web design por Sidney Meneses.

2010 - Na 12ª edição, as apresentações começaram na Praça Antônio Carlos, mas no decorrer do Festival fomos transferidos para a Praça da Estação.
Foi lançado e disponibilizado na internet o documentário Bandas Novas 10 anos.
Participaram neste ano 65 bandas independentes, de estilos variados, de 23 cidades de 04 estados e mais 17 bandas convidadas para abertura e encerramento. Na Final as bandas: Overloard, SHura, Usversus, Carbônica, The Black Bullets, Absint, Black Hats, Deadly Sin, Metheora, Kymera e os convidados: Patrulha66, Tuka’s Band, Superius e Hoblivium. A banda campeã foi Deadly Sin (JF) e o prêmio de melhor guitarrista foi para Will, da banda Carbônica. Este ano foi lançado o CD Bandas Novas 11. Capa do CD e design gráfico do Festival por Leo Almeida e web design por Sidney Meneses. O público estimado na final foi de 3.000 pessoas.

2011 - O nosso Festival mudou. Depois de 12 anos no mesmo formato, resolvemos experimentar uma nova estratégia, que permitisse mais qualidade de luz e som, mais tempo para as bandas se apresentarem e que pudesse oferecer um bom espaço para divulgação, livre de premiações como aconteceu em anos anteriores.
Com estas mudanças, o número de bandas selecionadas ficou menor, porém a qualidade que o festival pode oferecer aos envolvidos é muito maior. Além dos shows na praça, conseguimos o espaço do Teatro do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas para realização das festas. Se inscreveram 270 bandas pela internet, de 4 estados.
Foram 22 selecionadas, 11 convidados e mais 12 bandas que se apresentaram nas festas no CCBM. O Público estimado na praça foi de 2.000 pessoas por evento e no CCBM 350 pessoas. Participaram em 2011: Black Hats , Egocentric Molecules , Van Grogh , Statik Majik, A-Part , Metheora , Clínica, Desangre, Oculto , 100 Fábulas, Zomber, Delorean, Kymera, Eden Bordel , Dreizehn , Dsorden , Savior Sephiroth, ZeroNoveZero , Obliterance, Elefante, Dirty Foxx, Re-Volt , Herésis , Vodkaos , Carbônica, Nu Theory , Asghard, Insânnica, Sepultura Cover , Tuka’s Band, RoqueBerto e Oscarlos, Dark Street, Padlock , Black Butterfly, Patrulha66, Glitter Magic, Avenged Sevenfold Cover, Deadly Sin, Xad Caramelo e JãoJuntos.
2012 - A 14ª edição do Festival recebeu 136 inscrições onde 93 foram aceitas pela produção. 35 inscrições foram recusadas por se tratar de bandas de estilo pop-pop (gênero musical não contemplado neste ano do Festival). Nesta edição foram selecionadas 23 bandas entre as inscritas e 19 foram convidadas. Foram contempladas dez cidades e três estados brasileiros. Mantendo o espírito que anima a cena rock de Juiz de Fora, desde 1999, o Festival traz entre os convidados cinco bandas veteranas na sessão “Masters of Bandas Novas”. Ainda se apresentaram o campeão da categoria “hard rock” de 2008 e o campeão geral de 2010, última edição competitiva do Festival. Ao todo, 45 shows em 05 datas na Praça da Estação, e 32 shows em 05 datas no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas de 16 de junho a 06 de outubro, na nossa “linda Juiz de Fora”, com o melhor do rock alternativo.
Participaram em 2012: Black hats, Clinica Guerrilha, Fearless, Mortom, Urfex, Baga, Hagbard, Kymera, Independence, The Strangers, Eyppi, Hocnis, Mezbeth, Nympho, Ünhëarted, Amaranto, Fire Revolt, Obey!, Usversus, Vodkaos, Insannica, G.l.a.m., Martiataka, Patrulha66, Padlock, Metheora, Tuk’as Band, Andromedas, StoneHenge, Drakon, Metal Spell, Roqueberto e Oscarlos, Ossiação, Icarus, Deadly Sin, Glitter Magic, Hard Desire, Dotta, Dead and Justice, Black ButterflyVan Grogh, Suicide Control, e Audioplastia.

2013 – Diferente dos anos anteriores, a 15ª edição do festival tem um “formato comemorativo” reunindo excepcionalmente algumas das muitas bandas que estiveram presente em nossa história.
Foram convidadas 30 bandas que se apresentaram em 5 datas na Praça da Estação e 3 datas no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, representando as correntes musicais; Punk, metal e hard rock. Para encerrar este ano comemorativo, retomamos o rock de natal interrompido em 2009, e realizamos um evento no CCBM recolhendo brinquedos ao som de muito rock and roll no 21 de dezembro, alegrando o natal da molecada. Participaram desta edição as bandas: Blitz Wolfe, Metheora, Clínica Guerrilha, Subefeito, Crusher, Fearless, Wild Side, Primatéria, Stonehenge, Suicidal Control, Roqueberto e Oscarlos, Baalbeck, Cangaia Blues, Desangre, Amaranto, Martiataka, Ossiação, Tuka’s Band, Insannica, Hard Desire, Patrulha66, Kymera, X-Factory, Dead end Justice, Hagbard, Xad Caramelo, Abstract, Deadly Sin, Arquivo Z, Os Sobrinhos do Elias.

2014 – Bastaram apenas duas publicações na “rede” e 218 bandas se inscreveram em 15 dias no Festival de Bandas Novas 2014. Na pré-seleção, 76 bandas “pop” foram excluídas, pois o festival não contempla este estilo. Das 142 bandas restantes, somente 98 inscritos são do estilo punk, metal, hard ou grunge contemplado pelo festival, de onde foram selecionadas 21 bandas e 4 grupos veteranos convidados, para as 4 apresentações na Praça da Estação e 4 apresentações no CCBM, podendo as bandas ou não, participarem em dezembro do tradicional Rock de Natal ou de outros projetos encampados.
Bandas participantes em 2014: Usversus, Royal Hank, Hellmask, Sobrecarga, Insannica, Neurótica, Sutra, Padlock, Wild Side, All Break, Stonehenge, Bad Bloxx, kymera, Crusher, Last Chance, Nympho, Offroad, Blitz Wolfe, Deadly Sin, Ageof Grotesque, 100 Classe, Rock Celebration, Baalbeck, Patrulha66/ Roqueberto e Oscarlos, Andromedas, Art of Murder, Deathscar, Tuka’s Band, Clinica Guerrilha e Os calhordas.

2015 – A 17ª edição do Festival enfim chegou, embora cheia de dificuldades, aconteceu numa boa. As festas continuaram no CCBM, uma vez ao mês de junho a dezembro.
Os shows na Praça da Estação, (embora reduzidos o número de apresentações de cinco para três devido a crise e a falta de recursos), mais uma vez aproximaram público e bandas, nesta grande festa da cultura e do rock de Juiz de Fora.
Participaram da edição que foi demais!
Stonehenge (Tributo a Black Sabbath), Sobrecarga, Pathos, Hangover, Algar, Os Calhordas (Matanza Cover), Patrulha66, NxDxUx, Sacred Oak, MecenA,, Carnnage,, All Rock, Chains of Dystopia, Sangue no Olhos, Last Chance, Royal Hawk, Tuka's Band, Crusher, Baalbeck&Elas (Tributo a Deep Purple), Wrath Hammer, Kymera, Ground Zero, Hating Evil, Oxiurius, Deathscar, Insannica, Deadly Sin, Brothers of Metal, Devorator, Art of Murder, Martiataka, Groove (tributo a Incubus), Unconscious (tributo a Dream Theater), Bragi, Dignatários do Inferno, Manic House (tributo a Hendrix), 100Classe.

2016 – A 18ª edição do Festival aconteceu com cheia de energia e muito rock and roll, embora continuassem com restrição de recursos. As festas aconteceram no CCBM uma vez ao mês de junho a dezembro, os shows na Praça da Estação foram reduzidos e em seu lugar retornamos a saudosa Praça Antônio Carlos e experimentamos a Praça CEU de Benfica na zona norte.
O saldo como sempre positivo e o Festival de bandas Novas mais uma vez aproximarou público e bandas, nesta grande festa da cultura e do rock de Juiz de Fora.
Participaram da edição que matou a pau: Dekradi, Os Calhordas, Coroña, JãoJuntos, Dois Gumes, Querosene, Insannica, Tuka’s Band, Algar, Dracon, Suicide Control, Black Wings, Poetisa Dissecada, NxDxUx, Hangover, Sather, Nardo, Bl4ck Four, El Panda, Landslide, Sangue nos Olhos, ShieldWall, 100 Classe, Old Guys, Level, Ossiação, Dignatários do inferno, Kindra, Patrulha66, Royal Hawk, Devorator, Ex-Filho, Kymera, Systema Decadente, Crusher, Supra Simius, Nympho, Wrath Hammer, Black Butterfly, Roqueberto e Os Carlos, Damage.

2017 –“Tamo Junto” pra comemorar 19 anos de estrada e de muito rock and roll.
Se você é fã do estilo, chegou a hora.
Venha curtir e se divertir em nosso projeto.
Esperamos por você.
Chegou a hora da “Sonzera”!!!

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Esperamos vocês...Chegou a hora da “Sonzera”!!!